








BRASIL, Sul, ARAPONGAS, Mulher
MSN - paulineast@msn.com
HUMILDADE X ORGULHO
Quando, por exemplo, uma pessoa humilde comete um erro, diz: "eu me equivoquei", pois sua intenção é de aprender, de crescer. Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: "não foi culpa minha", porque se acha acima de qualquer suspeita.
Uma pessoa orgulhosa está sempre "muito ocupada", para fazer o que é necessário. A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas.
A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências. Uma pessoa humilde se compromete e realiza.
Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita. A pessoa humilde diz: "eu sou bom, porém não tão bom como eu gostaria de ser".
A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos. A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e tratam de pôr-lhes defeitos.
O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação. O orgulhoso não colabora, e sempre diz: "eu faço o meu trabalho".
Uma pessoa humilde diz: "deve haver uma maneira melhor para fazer isto, e eu vou descobrir". A pessoa orgulhosa afirma: "sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo". (Essa é boa!!!)
A pessoa humilde compartilha suas experiências com coegas e amigos, o orgulhoso as guarda para si mesmo, porque teme a concorrência.
A pessoa orgulhosa não aceita crítica, a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores.
Quem é humilde cresce sempre, quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade.
O orgulhoso se diz o sábio, por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça, o humilde reverencia ao criador, todos os dias, porque sabe que há mais verdades que ainda desconhece.
Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobre, sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acreite nelas, mas porque são suas.
Enfim, como pode perceber, o orgulhoso é grilhão que impede o crescimento das pessoas, a humildade é cchave que abre as portas da perfeição.
Esse texto é simplesmente perfeito!!! Eu não sei quem é o autor, mas fica ai pra aprendizado. Eu aprendi muito com isso!!!
Tá bom, tá bom, Tá bom, tá tá, mas num tá.... kkkkk
Vocês querem???
Eu volto a escrever....
Vou repaginar meu blog primeiro!!!
Idéias!?!
Me ajudem!!! Bjo
Templates para blogs personalizados, templates para sites e muito mais!!!
Faça seu pedido pelo e-mail: p.pegorer@gmail.com
Em breve novo site: www.ppegorer.hpg.com.br
Seu blog e seu site com a sua cara!!!!
CRÔNICAS
TPM
O que dizer do que sou agora? Uma maníaca, possessiva, doida, pirada, simplesmente contaminada pela TPM (Tensão Pós Máquina).
Tudo começou quando ganhei meu primeiro relógio digital. Era fantástico olhar para ele e já ver os números, que facilidade! E a calculadora? Como fazer inúmeras contas sem usar o raciocínio? Era fenomenal! Aí descobri o controle remoto, e com isso engordei alguns quilos, pois não teria mais que levantar da poltrona para trocar de canal ou aumentar o volume. Depois da fita cassete, veio o CD, onde poderia escutar as mesmas musicas, mas teria a facilidade de mudar para a musica que quisesse, na parte em que quisesse sem ter que apertar várias vezes o mesmo botão. Depois do CD veio o radio digital, trocando as estações, uma para outra, apertando apenas um botão.
Fui crescendo, fascinada pelo mundo do único botão.
Ate que ganhei meu primeiro computador. Poder escrever, apagar e imprimir; fazer pesquisas, conversar com o mundo todo sem sair do meu quarto; ter amigos em diversas cidades, estados e paises; receber cartas instantâneas de alguém que esta a milhas de distancia. E-mail, Internet, site, cartão virtual, blog, flog, orkut, beltrano, hi5, gazzag, scraps, comunidades, depoimentos, fórum, yahoo, uol, Msn, skype, aol, Icq, google, Html, Windows, Word, Excel, Power point, Photoshop, Corel Draw, PageMaker, Dvd, gifs, dolls, maker, Jpg, Rgb, Cmyk, Atualizar, Desktop, Explorer, Hotmail, Rede, Kazaa, Nero, Outlook, Winzip, @, .com.br, F1, F2, F12, Power, Delete, PrintScreen, Enter, virtual, virtual, virtual, estava ficando virtual.
Acreditava em tudo o que dizia as paginas do google, ficava histérica com um recadinho no orkut, “fizeram uma comunidade, todo o mundo me odeia!”. Sonhava com o dia de amanha: “Onde trabalho não entra no MSN, nem no orkut, pesquisarei um jeito de entrar.” Como colocar foto no site, musica do blog, vídeo, fundo?
Comecei a namorar, de cara fui vasculhar a vida dele na Internet. Recadinhos, quem era seu amigo, onde ia, do que gostava. Brigas? Eram começadas e apaziguadas por e-mail. Entrava todos os dias em seu orkut, “Será que tem alguma menina de olho? Quem é essa que deixou um ‘oi’? Por que no perfil dele não esta ‘namorando’?”
Brigas por causa de orkut, brigas por causa de recados, brigas porque não queria me dar a senha do e-mail. E ainda esqueci do maior vilão de todos os relacionamentos: o celular!
“Quem é a ‘mocréia’ que te mandou essa mensagem? E essa ligação, quem fez? De onde você conhece essa ‘fulana’? E essa ‘sicrana’? Pira, ciúmes, sem motivos.
Que raio de maquinas são essas que não me fazem bem? Quantas perguntas! Nenhuma resposta.
Fiquei revoltada, revoltada porque não podia abrir mão de tudo. Não consigo trabalhar sem o computador e não consigo sair sem meu celular.
Sentada no quarto, olhei para uma foto antiga, preta e branca. Imaginei como era antigamente e como as pessoas conseguiam viver, e muito bem, sem toda essa geringonça.
Desliguei o celular, desliguei o computador, peguei um papel e o enrolei na maquina de escrever, sem fios, sem conexão, sem pop ups, sem telefone, só eu, meus pensamentos e o “tec-tec” da maquina. Mas ela também é maquina! Peguei novamente o papel, desenrolei, peguei um lápis. Sem tinta, sem maquina, como antigamente, escrevi essa crônica, manualmente.
Essa é a crônica que escrevi com o tema Cybercultura.
CLASSIFICADOS
Ao abrir o jornal o qual já estava acostumada a ler, fiz minha leitura como fazia todas as manhãs; começando pelas manchetes de capa, assuntos e cadernos que mais me interessavam, uma breve olhada no horóscopo e, com sutileza excluia os classificados, como se fosse algo insignificante. Esta parte do jornal era as primeiras páginas a ir para a pilha de jornais anteriores, mas, naquele dia, simplesmente o tirei de lado para folear melhor meu cadern diário de notícias.
Após terminar, inesperadamente e inexplicavelmente, me deu vontade de dar uma breve olhada nos classificados, só para não passar como insignificante esse componente do jornal. Foleando, comecei a ler os tópicos, como uma coisa automática. Depois dos tópicos fui para os destaques e aquilo ia me consumindo e eu queria ler cada vez mais.
O mais interessante de tudo foi, ao ler uma certa seção, um anúncio me achamou a atenção. Um anúncio sem nome, descrição do produto, nem ao menos telefone para contato, simplesmente uma frase curta, objetiva e ... vazia.
Parei nele e comecei a pensar em muitas coisas que me levaram a viajar. Coisas como: quem pode ter anunciado, por que, por qual motivo está querendo se desfazer do produto. Aí fui ainda mais fundo: como seria essa pessoa, a vida dela, o que fazia, quem fazia parte de sua vida, o que pensava, quais seus planos, e me peguei em transe, uma sensação diferente e complicada, pensando coisas absurdas e inimagináveis. Parecia possuída por algo que nunca me despertou o interesse, e hoje parece fazer parte da minha vida.
Hoje sou fanática, viciada por anúncios classificados. Estranho? Diferente? Maluco? Também acho, mas é maior do que minha vontade, não existe jornal sem classificado e meu dia sem jornal.
O melhor de tudo isso é que pratico leitura todos os dias, que me dá conhecimentos diversos, mas o pior é que já me peguei várias vezes com o telefone na mão, discando para o número de algum anúncio só para saber ao menos alguma das perguntas que me fiz no dia do tal anúncio, e isso às vezes me assusta.
Bom, para finalizar, vou mostrar o anúncio, e pare você também para pensar como você pode mudar sua vida depois de lê-lo, é fantástico como a vida ganha outro sentido. Você começa a olhar as pessoas como esse anúncio, como incógitas.
E, aqui está:

Minha primeira crônica... e na época eu nem sabia o que era uma.
Era um trabalho de português no 1º semestre da faculdade.
Tinhamos que escrever uma redação que tivesse "Vende-se uma moto" e foi isso que saiu.
Gostou?? Então comente!!!!
Ela entra no ônibus e senta. Preocupada com muitas coisas, distraída, até que ele entra. Senta em sua frente. Ela pensa: "Conheço esse rapaz!"
Ela disfarça como quem não quer ser percebida, olha para os lados, aparentemente parece estar desligada daquele mundo, mas seus olhos observam e sua mente viaja. Pensa em mil coisas. Imagina uma aproximação, mas como é muito tímida e a situação seria constrangedora se ele não lembrasse dela, espera uma reação dele e imaginava o que aconteceria nessa conversa:
_ Olá, te conheço de algum lugar...
_ Acho que sim, namorei seu amigo Carlinhos.
_ Ah é, estudávamos no mesmo colégio.
_ Sim, vejo que acabou aquela sua fama de conquistador, está namorando (vendo a aliança de compromisso no dedo dele).
_ É, estou, sempre dizem que uma hora ou outra caímos nessa armadilha, né!
De repente ela acorda desses pensamentos, olha para os lados, vê que continua a viagem, que tudo está normal, volta para sua viagem mental, mas agora imaginando como seria a aproximação.
"Ele vira e me pergunta, eu assusto, finjo estar surpreendida, finjo não lembrar e assim reajo falando de onde o conheço..."
Volta mais uma vez pra realidade, olha mais uma vez, vê que nada mais vai acontecer, sua parada está chegando, nem um tipo de conversa, de olhar, de reação. Ela desce, ele fica.
Ela sai e esquece, ele, provavelmente nem percebeu sua presença. Mas ele a observa saindo. Será que ele também esperava uma aproximação, um gesto de reconhecimento dela? Nunca vão saber! Nem ele e nem ela vão saber o que o outro pensava. Pensamentos são vagos, ações são percebidas. "Se não há ação não há reação". Tudo o que fica só no pensamento, na imaginação vão embora, e dão lugar à outras coisas, outros pensamentos do dia a dia. Às vezes deixamos oportunidades grandiosas de amizades, relacionamentos ou simples conversas agradáveis por falta de coragem, por medo do que outras pessoas vão pensar de você, mas não paramos pra pensar que outra pessoa pode estar esperando uma reação nossa, um gesto. A comunicação com palavras é um dom do ser humano, exercite mais o seu dom! Faça do seu ambiente um lugar mais agrádavel, com muitos amigos, pessoas que você consegue cativar com a sua simpatia.
Essa crônica ainda num tem nome... na verdade nem sei se pode se dizer que é uma crônica... Então, essa história ainda não tem nome.... invente o seu!!!!
Crônica: "O nome"
Ela encontrou aquele nome na agenda rabiscada. Todo o passado e o presente vieram à tona em frações de segundos. Lembrou-se dos amores esquecidos, dos amigos que se foram e das fases da vida que nunca voltarão.
Quando tinha 15 anos comprou sua primeira agenda, seu diários, sua caixa de lembranças. Lá começou a escrever tudo o que acontecia, pensamentos não realizados, ações contidas, sentimentos de culpa, de alegria, de tristeza, tudo o que ninguém sabia, o seu íntimo estava todo lá. Desde quando começou a preencher as páginas prometeu à si mesma que não escreveria o óbvio, o que todos viam, o que era compartilhado, mas o outro lado, o que realmente ela pensava e sentia de cada situação.
Passeios agradáveis, longas conversas com as amigas, dias em que preferiu nunca ter vivido, as alegrias de amar e as tristezas de não ser amada; e ele, o nome que escrevia em todas as páginas, o nome com o qual escrevia versos e decorava frases de amor, o nome que, para ela, merecia destaque, horas de pensamentos loucos, de viajens em palavras escritas em um código que só ela decifraria. Pensava assim: "Pensamentos são perigosos, espero que nunca consigam traduzir, pois se um dia alguém descobrir estou morta! Não diria o que escrevo a ninguém, é o que penso e o que penso é meu, só meu!
Cada vez que foleava era uma lembrança. Lembrava os detalhes e isso foi te dando uma imensa alegria: "Esquecemos de tanta coisa boa, alegre, bonita. Se pudéssemos voltar, viver tudo de novo!"
E em cada página aquele nome estava e seu pensamento viajava. Pensava em quanto amou, quanto esse alguém foi importante e hoje, quase 10 anos depois só conseguia lembrar dele nas palavras de uma agenda.
Hoje ela vive outra história, outros amigos, outros passeios, lugares, outroa mor. Outra pessoa ocupa seu coração, seus pensamentos, sua vida. E aquele que um dia fez parte de suas palavras fica apenas limitado às lembranças de uma agenda.
Essa crônica eu escrevi em algum momento do ano de 2006.
Foi feita para o professor Edílson Moura de Jornalismo Impresso.
A experiência foi verdadeira com algumas mudanças.
